Dando continuidade ao primeiro encontro sobre masculinidades, o EspⒶço convida a todes para assistir ao documento O Silêncio dos Homens. Em seguida, teremos uma roda de conversa para discutir questões levantadas durante a exibição.
Sexta, 20/10 às 19h no EspⒶço, rua Castro Alves , 101.
Uma pergunta que todo mundo que defende a abolição das polícias e das prisões já ouviu é: “Mas se não tivermos polícias e prisões, como vamos fazer para conter atos de violência?”
Pensando nisso o Espaço propõe um grupo de estudos sobre práticas para um mundo sem polícias e sem prisões. Para juntys descobrirmos o que já é feito por coletivos ou comunidades, experiências que deram certo ou não, o que podemos aprender com elas para termos alternativas concretas à polícia e ao punitivismo. O grupo tem estudado e discutido práticas de justiça trasformativa e processos de responsabilização. Para o próximo encontro, combinamos a leitura do zine “E Os Estupradores? Abordagens anarquistas ao “crime” e “justiça” até a página 16. Você pode baixar o zine clicando aqui.
O encontro é na terça, 7/10, a partir das 17h no Esp(a)ço. Rua Castro Alves, 101.
Vamos nos encontrar mais uma vez no Cine, Café & Anarquismo, dia 30 de setembro às 17h no Esp(a)ço? Vamos assistir o documentário Sem Deuses, Sem Mestres: Terra e Liberdade que aborda a história do anarquismo de 1907 a 1921 e as revoluções no México e na Rússia, enquanto petiscamos algo e bebemos algo quente (ou gelado dependendo do clima), para depois batermos um papo descontraído. Esse é o segundo episódio do documentário, mas vocês não precisa ter assistido a primeira parte para curtir o filme.
Chega junto! Se puder e quiser, traz uns petiscos (de preferência sem produtos de origem animal pra todys poderem comer). A Apoio Mútuo, a loja grátis do Esp(a)ço vai estar aberta, então você ainda pode levar algo que precisa ou trazer doações.
O Esp(a)ço fica na Rua Castro Alves, 101, em Porto Alegre.
Atenção: você possui histórico ou denúncia por assédio, abuso ou violência e quer colar em alguma das atividades? Por favor, entre em contato conosco pelo nosso email ou redes sociais antes de comparecer. Não fazer isso é não se responsabilizar por suas ações e será solicitado que se retire.
Uma pergunta que todo mundo que defende a abolição das polícias e das prisões já ouviu é: “Mas se não tivermos polícias e prisões, como vamos fazer para conter atos de violência?”
Pensando nisso o Espaço propõe um grupo de estudos sobre práticas para um mundo sem polícias e sem prisões. Para juntys descobrirmos o que já é feito por coletivos ou comunidades, experiências que deram certo ou não, o que podemos aprender com elas para termos alternativas concretas à polícia e ao punitivismo. O grupo tem estudado e discutido práticas de justiça trasformativa e processos de responsabilização. Estamos lendo o zine “E Os Estupradores? Abordagens anarquistas ao “crime” e “justiça”. Você pode baixar o zine clicando aqui.
Neste próximo encontro, terça-feira, 19 de setembro, começaremos assistindo o vídeo “O Que é Justiça?” do coletivo audiovisual subMedia.
O encontro é na terça, 19/9, a partir das 18h45 no Esp(a)ço. Rua Castro Alves, 101.
Laboratório experimental, para praticar em grupo algumas dinâmicas e jogos ensinadas pelo consentimento somático. Uma forma PRÁTICA de transformar a educação tradicional e as formas limitantes com que nos relacionamos com os outros e conosco, para facilitar a criação de novos tipos de acordos, formas de COMUNICAÇÃO, e construir maneiras autênticas e saudáveis de se vincular, trazendo a consciência do círculo do consentimento., necessidades, desejos e LIMITES Tem muita gente dizendo estar com bastante curiosidade de como é que vai ser esse encontro, e me perguntando coisas do tipo: o que vamos fazer? isso já existe? a gente vai ficar sentado nas cadeiras? ou movendo?
E eu, que gosto de fazer um mistério, digo logo:
Vai ter que chegar junte pra descobrir hehehe
Mas pra trazer um pouco de transparência: que vai ser um dia que a gente vai: brincar de dizer não! Brincar de ouvir não, brincar de habitar nosso corpo e sentir o que está por detrás dos nossos sentires e dos nossos desejos.
O que sentimos quando dizemos não? E quando recebemos não?
Bora assistir um filme, comer uns petiscos e trocar ideias?
Vamos nos encontrar no Cine, Café & Anarquismo, dia 25 de agosto às 19h no Esp(a)ço. Vamos assistir o documentário Sem Deuses, Sem Mestres, que aborda a história do anarquismo, enquanto petiscamos algo e bebemos algo quente (ou gelado se tiver muito calor, vai saber, né?), para depois batermos um papo descontraído.
Chega junto! Se puder e quiser, traz uns petiscos (de preferência sem produtos de origem animal pra todys poderem comer). A Apoio Mútuo, a loja grátis do Esp(a)ço vai estar aberta, então você ainda pode levar algo que precisa ou trazer doações.
O Esp(a)ço fica na Rua Castro Alves, 101, em Porto Alegre.
Atenção: você possui histórico ou denúncia por assédio, abuso ou violência e quer colar em alguma das atividades? Por favor, entre em contato conosco pelo nosso email ou redes sociais antes de comparecer. Não fazer isso é não se responsabilizar por suas ações e será solicitado que se retire.
Nesta quarta 16/08 tem mais um encontro do grupo de apoio em saúde mental no Esp(a)ço. 💫🌱
Às 17h nos encontraremos pra trokar ideia y seguir a leitura do fanzine sobre criação de grupos de apoio mútuo y espaços de escuta. 🙌🏼🙌🏿🙌🏻 Chega mais! 🌿🏴
O Esp(a)ço fica na Rua Castro Alves, 101, em Porto Alegre.
Atenção: você possui histórico ou denúncia por assédio, abuso ou violência e quer colar em alguma das atividades? Por favor, entre em contato conosco pelo nosso email ou redes sociais antes de comparecer. Não fazer isso é não se responsabilizar por suas ações e será solicitado que se retire.
Construção de um espaço seguro e acolhedor para troka de ideias e autocrítica sobre nossa socialização enquanto homens e nossa posição dentro de uma sociedade patriarcal, bem como para os problemas relacionados a nossa saúde mental. Questionar e repensar nossas práticas sociais é urgente!
Laboratório experimental, para praticar em grupo algumas dinâmicas e jogos ensinadas pelo consentimento somático. Uma forma PRÁTICA de transformar a educação tradicional e as formas limitantes com que nos relacionamos com os outros e conosco, para facilitar a criação de novos tipos de acordos, formas de COMUNICAÇÃO, e construir maneiras autênticas e saudáveis de se vincular, trazendo a consciência do círculo do consentimento., necessidades, desejos e LIMITES
Consent Lab é um laboratório teórico-prático de autoconhecimento onde pesquisamos a escuta do próprio corpo, emoções, desejos e comunicação clara, autêntica e responsável com base no Consentimento Somático. Nós iremos:
✨ Reconhecer os desejos através da escuta de si através da prática e jogos ✨ Praticar, fazer pedidos, perceber os próprios limites e comunicá-los, dizer “não/sim” ✨ Simplesmente se divertir, trocar afeto e se conectar com outras pessoas em um espaço de integridade e presença. ✨ Qualquer tipo de toque e troca é inteiramente opcional. ✨ Não é necessário experiência anterior ✨ Este é um espaço seguro, divertido, privado, sex positive, sem álcool e outras substâncias alteradoras de consciência. ✨ Todos os exercícios propostos são opcionais ✨ Você é bem-vinde a participar apenas observando caso queira. ✨ Você sempre pode parar qualquer atividade assim que desejar. ✨ O mais importante é a autenticidade e a escuta de si.
Durante o Consent Lab temos teoria, jogos de consentimento, e terminamos com o próprio Laboratório, integrando tudo na experiência.
O que você aprenderá?
Sentir no corpo
Ferramentas de comunicação
Reconhecer seus limites, desejos e necessidades
Habilidades de consentimento
Expressar o que você quer e como quer
Fazer pedidos claros
Criar acordos
Consentimento se estende muito mais além do SIM e do NÃO e das relações sexoafetivas. É uma forma de trazer mais transparência sobre nossos desejos e praticar a honestidade RADICAL. Trazer nossa essência, e falar sobre assuntos que na sociedade são escondidos, proibidos.. e a gente se acostumou a não falar sobre isso. Principalmente porque ter a consciência de nós e nosso corpo é uma forma de se empoderar. É praticar nossa liberdade enquanto ser mais autêntico. E sobre diversidade, principalmente…Vamos se ver, se escutar e praticar, através do riso, troka de ideias e percepções.
Como deixar nossos espaços mais seguros para pessoas que sofrem opressões e violências? Como responsabilizar perpetradores sem recorrer ao aparato repressivo do Estado?
A presença de pessoas com histórico de opressão ou violência em espaços coletivos sem uma problematização pode normalizar comportamentos problemáticos e frequentemente leva as pessoas que sofreram alguma violência a se afastarem. Qual a melhor forma de garantir a segurança de todys? É possível tomar medidas para proteger essas pessoas e ao mesmo tempo responsabilizar e dar oportunidade para perpetradores mostrarem que podem superar comportamentos problemáticos?
Com isso em mente que convidados todys a à roda de conversa Construindo Espaços Mais Seguros, na quarta-feira, dia 19 de julho, às 19h, na rua Castro Alves, 101.