• 28/02 – subMedia e Esp(A)ço apresentam É Revolução ou Morte

    28/02 – subMedia e Esp(A)ço apresentam É Revolução ou Morte

    Dia 28 de fevereiro, a partir das 18h30, no Esp(a)ço, membros da subMedia apresentam seu documentário É Revolução ou Morte, seguida de roda de conversa.

    É Revolução ou morte (2025, 79min) é uma produção idealizada pelo autor anarquista Peter Gelderloos e produzida pelo coletivo anarquista subMedia. O filme expõe os mitosperpetuados pelos Estados e pelas empresas que praticam greenwashing, destaca os movimentos em todo o mundo que resistem aos projetos capitalistas industriais ecocidas e fornece a quem assiste uma estratégia para lutar e se preparar para a crise climática em suas próprias comunidades. Trabalharmos juntys, transformar diferenças em pontos fortes complementares e criar redes diversificadas em todo o mundo nos dá a melhor chance de construir comunidades resilientes, capazes de sobreviver aos eventos climáticos extremos e à escassez de alimentos que as mudanças climáticas já estão começando a nos trazer.

    A subMedia é um coletivo anarquista de produção audiovisual com mais de 20 anos de história.

    Exibição do documentário É Revolução ou Morte, seguida de roda de conversa.
    O Esp(a)ço abre às 18h30 e a projeção do documentário começa pontualmente às 19h30.

    Atenção: Para garantir o conforto e segurança de todas as pessoas presentes, pedimos que se você possuir histórico ou denúncia por cometer assédio, abuso ou outro tipo de violência, por favor, entre em contato conosco pelo nosso email ou redes sociais antes de comparecer. Não fazer isso é não se responsabilizar por suas ações e será solicitado que se retire.

  • 07/02 – Terceiro Mutirão no Esp(a)ço!

    07/02 – Terceiro Mutirão no Esp(a)ço!

    No próximo sábado (7/2) vai ter mais um mutirão para aprontar a nova sede do Esp(A)ço. Vem com a gente!

    Já foram dois mutirões em que conseguimos adiantar bastante coisa: derrubamos paredes, trocamos vaso sanitário, reparamos a rede elétrica, começamos a decorar as paredes e tivemos incríveis momentos de trabalho coletivo e confraternização. Agora é hora de juntarmos forças mais uma vez. Ainda precisamos finalizar os reparos no reboco e na elétrica do banheiro, instalar balcões e pia na cozinha, limpar e restaurar móveis e utensílios doados para o Esp(A)ço, e muito mais!

    Ao meio-dia teremos um almoço coletivo e faremos uma roda para acolher pessoas que querem entrar no coletivo do Esp(a)ço.

    Então é neste sábado a, a partir das 9h30, na Barros Cassal, 316 em Porto Alegre.

    Você também pode nos apoiar financeiramente doando qualquer quantia através do nosso pix: espaco@riseup.net

    Atenção: Para garantir o conforto e segurança de todas as pessoas presentes, pedimos que se você possuir histórico ou denúncia por cometer assédio, abuso ou outro tipo de violência, por favor, entre em contato conosco pelo nosso email ou redes sociais antes de comparecer. Não fazer isso é não se responsabilizar por suas ações e será solicitado que se retire.

  • Mutirão do Novo Esp(A)ço! 23 e 25 de janeiro!

    Mutirão do Novo Esp(A)ço! 23 e 25 de janeiro!

    ALERTA DE MUTIRÕES ABERTOS À COMUNIDADE NESTE FINDI (23 e 25 de janeiro) – vamos iniciar o movimento de encher nossa nova casa de cuidado, dignidade e rebeldia autônoma! 🚨 ✨️

    Atualmente nosso esp(A)ço necessita de reparos estruturais, especialmente:

    • elétrica e iluminação
    • banheiro (com atenção à acessibilidade possível)
    • melhorias para circulação e uso coletivo
    • limpeza e organização básica

    Queremos construir isso em mutirão, de forma aberta, solidária e coletiva. 🛠️

    🏴 COMO APOIAR

    Você pode ajudar de várias formas:

    🔸 Doando itens (novos ou usados em bom estado)
    🔸 Contribuindo via Pix (qualquer valor fortalece) chave: espaco@riseup.net 
    🔸 Colando nos mutirões (especialmente quem manja de elétrica, acessibilidade, marcenaria, hidráulica ou organização) mas todes com disposição são bem vindes. 

    📋 ITENS QUE PRECISAMOS NO MOMENTO

    Estrutura / elétrica / banheiro:
    • Ventiladores (para instalar na parede)
    • Espelhinhos para tomadas
    • Spots de luz e lâmpadas
    • Espelho
    • Lixeiras
    • 5 abraçadeiras para canos de 40mm
    • Parafusos e buchas (tamanhos 6 e 8)
    • Porcas para torneiras
    • Escova de banheiro
    • Antiderrapante para escada
    • Barras acessíveis para banheiro 
    • Trocador de fralda dobrável 
    • Grade para escada
    Consultar e contratar chaveiro + confecção de chaves 
    Salão / atividades:
    • Cadeiras
    • Tatames
    • Estantes e prateleiras
    • Espelhos
    • Luminárias
    Limpeza:
    • Vassoura/pá 
    • Balde + mop
    Cozinha:
    • Balcão inox
    • Fogão
    • Pia
    • Utensílios 
    • Armários 

    Esse espaço só faz sentido se for construído junto.
    Se você pode ajudar, chega mais!  Compartilhe com sua rede também. 🖤
    Seguimos construindo autonomia, apoio mútuo e presença coletiva.

    Atenção: Para garantir o conforto e segurança de todas as pessoas presentes, pedimos que se você possuir histórico ou denúncia por cometer assédio, abuso ou outro tipo de violência, por favor, entre em contato conosco pelo nosso email ou redes sociais antes de comparecer. Não fazer isso é não se responsabilizar por suas ações e será solicitado que se retire.

    rEAÇÕES DO fEDIVERSO
  • Ajude o Esp(a)ço a arrumar sua casa nova!

    Ajude o Esp(a)ço a arrumar sua casa nova!

    🌱 CONQUISTAMOS UM ESPAÇO — E QUEREMOS CONSTRUIR ELE COM VOCÊS

    Com muita alegria anunciamos: nosso coletivo agora tem um espaço físico novamente! ✨

    Um lugar para voltar a realizar atividades sociais e culturais, oficinas, aulas, exposições, cuidado coletivo e construção de autonomia.

    Nosso projeto como centro cultural e social libertário é simples e radical:
    👉 ser acessível, acolhedor, antirracista, transfeminista, antifascista, antiespecista e livre de álcool.
    👉 um espaço para todes, inclusive crianças.

    Mas para que o espaço possa ser usado de forma segura e digna, precisamos do apoio da comunidade.

    Atualmente o Esp(a)ço necessita de reparos estruturais, especialmente:

    • elétrica e iluminação;
    • banheiro (com atenção à acessibilidade possível);
    • melhorias para circulação e uso coletivo;
    • limpeza e organização básica.

    Queremos construir isso em mutirão, de forma aberta, solidária e coletiva. 🛠️

    🤝 COMO APOIAR

    Você pode ajudar de várias formas:

    🔸 Doando itens (novos ou usados em bom estado)
    🔸 Contribuindo via Pix (qualquer valor fortalece) chave: espaco@riseup.net
    🔸 Colando nos mutirões (especialmente quem manja de elétrica, acessibilidade, marcenaria, hidráulica ou organização) mas todes com disposição são bem vindes.

    Em breve divulgaremos datas dos mutirões abertos. 💥

    📋 ITENS QUE PRECISAMOS NO MOMENTO

    Estrutura / elétrica / banheiro
    • Ventiladores (para instalar na parede)
    • Espelhinhos para tomadas
    • Spots de luz e lâmpadas
    • Espelho
    • Lixeiras
    • 5 abraçadeiras para canos de 40mm
    • Parafusos e buchas (tamanhos 6 e 8)
    • Porcas para torneiras
    • Escova de banheiro
    • Antiderrapante para escada
    • Barras acessíveis para banheiro
    • Trocador de fralda dobrável
    • Grade para escada
    • Consultar e contratar chaveiro + confecção de chaves
    Salão / atividades
    • Cadeiras
    • Tatames
    • Estantes e prateleiras
    • Espelhos
    • Luminárias
    Limpeza
    • Vassoura/pá
    • Balde + mop
    Cozinha
    • Balcão inox
    • Fogão
    • Pia
    • Utensílios
    • Armários

    Esse espaço só faz sentido se for construído junto.
    Se você pode ajudar, chega mais! Compartilhe com sua rede também.
    🖤✨
    Seguimos construindo autonomia, apoio mútuo e presença coletiva.

    Entre em contato conosco pelo e-mail : espaco@riseup.net

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  • NEM TRUMP, NEM MADURO – Autodeterminação para os povos de Abya Yala.

    NEM TRUMP, NEM MADURO – Autodeterminação para os povos de Abya Yala.

    A intervenção imperialista de Donald Trump em Caracas acende um alerta para todys habitantes de Abya Yala. Estamos sob a ameaça de uma nova onda colonialista, liderada por um fascista, megalômano e pedófilo. Esses novos ataques buscam perpetuar o incessante e insustentável crescimento econômico que beneficia uma pequena elite enquanto destrói nossos hábitats e coloca em xeque toda a vida no planeta. Em vez de buscarem a abolição do consumo de combustíveis fósseis para tentar mitigar os efeitos das mudanças climáticas, as grandes potencias mundiais – inclusive as que dizem apresentar uma alternativa ao capitalismo – buscam consolidar o controle das últimas grandes fontes destes combustíveis. E para isso usam a guerra, ou seja: aumentam ainda mais a emissão de gases de efeito estufa, geram mortes diretas e condenam as futuras gerações a um futuro ainda mais sombrio.

    Mas, ao contrário de outros setores das lutas populares, não vamos defender Maduro. Maduro é mais um líder autoritário de um estado colonial em terras roubadas dos povos originários.

    O mundo não é binário, e nossas escolhas não precisam ser.

    Mas também não optamos por uma “terceira via”, escolhemos múltiplas vias. Que cada  povo, comunidade, favela, quilombo, possa livremente escolher seu próprio caminho, ter garantida a sua autodeterminação e contar com a solidariedade das demais.

    Nossa posição parte da terra. Não de Estados, não de governos, não de projetos desenvolvimentistas. A terra não é mero palco de disputa entre potências. Não é ativo estratégico, não é reserva energética, não é “recurso natural”. A terra é território vivo, é relação, é memória, é sustento material e espiritual dos povos que a habitam.

    Os territórios controlados pelo Estado venezuelano não são habitados por um único povo, mas por diversos povos diferentes com seus respectivos modos de vida: comunidades indígenas, camponesas, ribeirinhas, periféricas e urbanas que vivem as consequências diretas da exploração, da militarização e da destruição ambiental. São esses povos que pagam o preço tanto do imperialismo estadunidense quanto dos Estados nacionais que governam em nome do progresso. A “Venezuela” e todos outros países à sua volta são criações do colonialismo para nos dividir e controlar os territórios. Não há fronteiras no mundo que queremos.

    A defesa abstrata da “soberania nacional” apaga essas vidas. Em nome da soberania, Estados reprimem comunidades, criminalizam resistências territoriais, expandem o extrativismo e aprofundam a devastação ambiental. A soberania do Estado se impõe contra a autonomia dos povos.

    Mesmo quem possa vir a defender uma suposta “Soberania popular” precisa entender o quanto esse conceito é diferente de um Estado. O Estado moderno, democrático ou autoritário, é uma estrutura intrinsecamente ligada ao Capitalismo. Experiências que dizem confrontar esse modelo ao mesmo tempo que mantém a mesma dinâmica do Estado Nação acabam por reproduzir a lógica da opressão sobre o povo que habita o território dominado e mantido “unido” pela força.

    Quando um Estado proclama “soberania” sobre um território, as pessoas que coabitam este território, e que muitas vezes o fazem desde muito antes da existência da figura do Estado, ficam submetidas aos desejos de quem está no comando, seja por um período pré definido ou de maneira vitalícia. Na estrutura do Estado moderno isso está institucionalizado na figura do Governo, seja ele autoritário ou alegadamente democrático.

    Nossa luta não é pela soberania de Estados sobre territórios, mas pela autodeterminação dos povos sobre suas terras. Autodeterminação significa poder decidir coletivamente como viver, como produzir, como cuidar e como se relacionar com o território — sem imposições externas, sem governos centralizados, sem exploração.

    Não há maneira de governar um Estado sem reproduzir a lógica do Capitalismo. Que explora a população e os chamados “recursos naturais” do território ocupado. Que oprime e priva os povos desse território de sua liberdade e autodeterminação.

    Não há anticapitalismo na exploração de combustíveis fósseis. Mesmo que isso seja sob a alegação de “riqueza” para os povos que coabitam o território de onde se retiram esses “recursos” que acabam sendo destinados para a grande estrutura Capitalista global. Não há, pois a finalidade é Capitalista: lucro, acumulação, exploração.

    Em um mundo atravessado pela catástrofe climática, defender a terra é defender a própria possibilidade de futuro. Não existe libertação possível baseada na destruição dos ecossistemas. Não existe justiça social sem justiça climática. Não existe emancipação quando a vida é sacrificada para sustentar a economia global capitalista.

    Por isso, nossa solidariedade é com as resistências territoriais, com quem defende a terra no cotidiano, com quem enfrenta tanto o capital transnacional quanto os Estados que o administram. É dessa luta concreta, enraizada nos territórios e nas comunidades, que nasce qualquer projeto real de liberdade.

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  • NOTA DE SOLIDARIEDADE COM AS PESSOAS BRUTALIZADAS PELO ESTADO

    NOTA DE SOLIDARIEDADE COM AS PESSOAS BRUTALIZADAS PELO ESTADO

    O coletivo do Esp(A)ço se solidariza com ys companheirys que sofreram agressões e sequestro pelas mãos da Brigada Militar durante a manifestação contra a intervenção imperialista dos Estados Unidos, em frente ao respectivo consulado em Porto Alegre.

    Não esperamos outro comportamento além de violência arbitrária e desproporcional pela Brigada Militar ou qualquer outra polícia do Estado brasileiro. Essas instituições são ferramentas históricas de opressão, repressão e genocídio. E toda polícia existe para manter grande parte da população na miséria enquanto protege os privilégios de políticos e da elite branca e rica.

    Todo apoio à quem luta! E todo nosso desprezo aos lacaios do Estado opressor.

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  • Esp(a)ço Presente na V Feira Anarquista Feminista de Porto Alegre

    Foto de uma mesa sobre um gramado. Sobre a mesa uma bandeira negra e rosa. E sobre ela diversos zines, livros e panfletos, sobre a foto o texto Esp(a)ço Presente na V Feira Anarquista Feminista de Porto Alegre

    A banca do Esp(a)ço estará presente na 5ª Feira Anarquista Feminista de Porto Alegre nos dias 20 e 21 de dezembro de 2025, na Comuna do Arvoredo (Rua Fernando Machado, 464). A nossa banca estará repleta de zines, livros e mais! Também estaremos com uma arara de roupas da Apoio Mútuo, a loja grátis do Espaço.

    Veja a programação completa da FAFPOA em:
    https://feiraanarquistafeminista.nublogs.org/

  • 21 e 22 de agosto – Lançamento e discussão do livro “Casa Encantada – Retrato da Luta por Moradia em Belo Horizonte

    21 e 22 de agosto – Lançamento e discussão do livro “Casa Encantada – Retrato da Luta por Moradia em Belo Horizonte

    O Esp(a)ço convida a todys para o lançamento do livro Casa Encantada, Retrato da Luta por Moradia em Belo Horizonte, de Baruq, seguido de debate com participantes da ocupação Kasa Invísível sobre a luta por moradia e espaços ocupados na capital mineira.

    Serão dois eventos. No dia 21 de agosto às 19h no Quilombo das Artes (Av. Borges de Medeiros, 719) e no dia 22 de agosto a atividade será no Clube de Cultura (R. Ramiro Barcelos, 1853).

  • Post sem título 462
    Foto de uma faixa de tecido preto pendurada em um muro de pedra. Na faixa está escrito em letras garrafais brancas: "Solidariedade e apoio mútuo contra o Estado e o Capital." Abaixo em letras menores, está escrito: "Espaço - Centro Social e Espaço Cultural Libertário". E ao lado um grande A vermelho dentro de um círculo.

    Nossa campanha de doações para agasalhos para pessoas em situação de rua arrecadou R$760 em uma semana. Com esse dinheiro, conseguimos comprar 48 pares de luvas, 72 pares de meias, 60 toucas e tecido soft com o qual fizemos 50 mantas. Além de uma outra doação de 60 pares de meias e as doações de roupas usadas em nossos pontos de coleta.

    Nesta segunda-feira estivemos mais uma vez presentes na rua junto com o pessoal da Ação Antifascista Social onde conseguimos distribuir os itens para dezenas de pessoas em situação de vulnerabilidade social.

    Agradecemos a todo mundo que colaborou e continuamos a campanha. Você pode contribuir financeiramente via o pix espaco@riseup.net ou doando agasalhos em nossos pontos de coleta:

    📍Parrhesia bar e ponto de cultur(A) – Travessa dos Venezianos n° 30

    📍Terracinho – Rua Giordano Bruno, 64

    📍Aurora Restaurante Vegano – Rua Miguel Tostes, 951

    📍Nem Peixe – Rua da República, 50

    📍Clube de Cultura – Ramiro Barcelos, 1853.

    📍Usina Bikes – Washington Luiz, 730.

    Podemos nos organizar pra buscar doações volumosas, basta entrar em contato conosco para combinar. 🙂

    Solidariedade é ação!

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  • 17/7 – Exibição do documentário Interrebellium no Clube de Cultura

    17/7 – Exibição do documentário Interrebellium no Clube de Cultura

    Arte de divulgação, fotografia de uma multidão de manifestantes em torno e sobre um grande monumento de bronze de um militar a cavalo. Algumas pessoas carregam bandeiras do Chile e outras a Wenufoye. Sobre a fotografia há texto com um resumo das informações do texto anexo.

    Depois de uma sessão de estreia com casa cheia no Parrhesia, a pedidos uma segunda sessão do documentário Interrebellium 01 – O Estallido Social da subMedia acontecerá na quinta-feira, 17 de julho, no Clube de Cultura, em Porto Alegre, a partir das 18h com confraternização e banca de distribuição de materias. A exibição do filme começa às 19h. Após a exibição do filme todys são convidadys a participar de uma roda de conversa.

    Assista o trailer clicando aqui.

    O primeiro de uma série de documentários, InterRebellium 01. The Estallido Social é uma história contada pelos olhos de participantes anarquistas e anticoloniais da revolta de 2019 nos territórios ocupados pelo Estado do Chile.

    O Estallido Social (ou Explosão Social) foi uma revolta popular nos territórios ocupados pelo Estado chileno, desencadeada em 18 de outubro de 2019 por um aumento de 30 pesos na tarifa do transporte público. O que começou como uma campanha liderada por estudantes de pular as catracas do metrô rapidamente se transformou em uma revolta a nível nacional que abalou as bases da sociedade.

    Essa revolta nasceu de uma longa história de revolta no chamado Chile. Infelizmente, como nos lembra a participante Yza, as longas histórias de revolta geralmente se devem a longas histórias de repressão. A repressão nessas terras é anterior à formação do Estado chileno, à invasão e conquista espanhola. Mas a era moderna começa com o golpe de 1973 que instalou Augusto Pinochet como ditador. Anos de reformas neoliberais produziram uma classe trabalhadora desiludida e desarticulada. InterRebellium traça as raízes do levante de 2019 nos movimentos estudantis dos anos 2000 e nos movimentos feministas de meados dos anos 2010, bem como na resistência indígena ao longo da história da dominação colonial. O movimento também assimilou dicas e táticas das revoltas que ocorreram simultaneamente em Hong Kong e no Equador.

    Durante meses, milhares pessoas travaram batalhas de rua com policiais e militares, organizaram redes de apoio a militantes da linha de frente, criaram assembleias de bairro organizadas horizontalmente, participaram de greves gerais e realizaram atos de incêndio e sabotagem contra símbolos do poder e corporações multinacionais.

    O Estallido acabou sendo contido por meio de uma combinação de repressão brutal do Estado, promessas de reforma e de uma nova Constituição, além de uma mudança estética nos antigos símbolos do poder com a eleição do jovem Gabriel Boric, da nova esquerda. À medida que os protestos diminuíram e muitas pessoas se dispuseram a trabalhar dentro dos canais da burocracia estatal, Boric e a nova esquerda ficaram livres para fazer coalizão com as mesmas forças que estavam no poder antes do Estallido, deixando muitos dos piores perpetradores da repressão estatal em suas mesmas funções. Um punhado de presos políticos do Estallido permanece atrás das grades até hoje (abril de 2025).

    Exibição e debate sobre o documentário Interrebellium 01 – O Estallido Social
    Data: 17 de julho, quinta-feira, a partir das 18h (abertura).
    Local: Clube de Cultura, Rua Ramiro Barcelos, 1853, Porto Alegre.